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PAIS E FILHOS - IVAN TURGUÉNIEV

A obra de Turguéniev publicada em 1862, uma época de grande agitação social e política na Rússia, período este marcado pelo fim da servidão oficial, dando início ao surgimento de rebeliões camponesas. Foi nesta obra que se popularizou o termo niilismo, aplicado à personagem principal Eugênio Bazarov. Sua repercussão foi considerável, e após a publicação iniciou-se na Rússia uma série de atentados e movimentos. O livro começa com o retorno do jovem Arcádio a casa de seus pais, depois de terminar os estudos universitários, traz consigo um amigo chamado Eugênio Bazarov, este mais velho que aquele. Eugênio se caracteriza em ser um niilista, despreza os valores tradicionais, resumindo, é um indivíduo descrente, que não crer em nada. Este personagem representa as novas idéias que estão surgindo no grande país, a exemplo do niilismo, e com isso entra em confronto com a figura que representa a tradição o tio de Arcádio assim chamado de Páviel. No desenrolar da estória o embate entre tradição e...

Whilhelm Busch

Certa noite ao fazer uma leitura da obra freudiana " O mal - estar na civilização ", deparei-me com uma nota de roda pé posta pelo tradutor na qual fazia alusão a uma frase de Wilhelm Busch. A frase era a seguinte: "Aquele que tem preocupações, tem também aguardente." Pois bem, na mesma hora fiquei curioso em saber quem era esse tal de 'Busch' e corri para pesquisar na internet. De imediato não fiquei surpreso em saber que ele era um escritor, isto era óbvio, mas quando percebi que além de escritor, ele também era caricaturista, pintor e cartunista, me motivei a pesquisar mais sobre esse indivíduo. Nascido em Wiedensahl na Alemanha, Wilheim Busch (1832-1908) escreveu inúmeras obras entre as quais a que se destaca é Max and Moritz (Juca e Chico) traduzida para o português pelo poeta Olavo Bilac. Até o momento não tive a oportunidade de ler esta obra, mais uma que guardo na minha lista de leituras futuras.Como citei, além de escritor Busch também d...

Para pálidos filósofos.

Arrancaste a tua verdade da impotência pálido filósofo Com medo e desventura assumiste o que não és, real e verdadeiro. Homem de palavras confusas, desnorteia-se no labirinto solitário, velando com vagas idéias o vasto mundo inominado. Tu és rasteiro pálido filósofo, nunca sentiste teu pensamento, avesso ao irracional a tua ilusão se fez real, sem cor, sem vontade assim és tu pálido filósofo...